Corregedoria fortalece parceria com o Exército e organiza Central de Armas

Trabalho efetivado por juízes e servidores nas unidades judiciárias também contribuiu de maneira significativa, com a comunicação das armas aptas à destruição

Foto: Itawi Albuquerque

 

Em Alagoas, a liberação de armas vinculadas a processos criminais conclusos para a destruição é um trabalho que compete à Corregedoria Geral da Justiça (CGJAL), que tem como parceiro o 59º Batalhão de Infantaria Motorizado (59º BIMtz) para atender à Resolução nº 134/2011, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Durante a gestão do corregedor Fernando Tourinho, a parceria foi fortalecida com encontros realizados na Corregedoria e na própria sede do Exército, em Maceió.

“Temos muito a agradecer ao Exército por todas as atividades que foram desenvolvidas em prol do Judiciário alagoano e da sociedade, em especial, ao coronel Cláudio Gadelha e ao tenente Nezildo Roberto, pelo vínculo que estabelecemos durante esses dois anos, e por serem solícitos aos pleitos da Corregedoria, ao impossibilitar, por exemplo, que as armas voltem a circular em sociedade”, comentou o corregedor Fernando Tourinho.

As armas são oriundas de diversas unidades judiciárias do Estado e a Corregedoria teve a contribuição significativa de juízes e servidores que informaram quais equipamentos estavam aptos à destruição.

“Essa é uma gestão que não teve medo de errar e teve muita vontade de acertar. Podemos dizer que hoje a Central de Armas está organizada, graças a um trabalho intenso junto aos servidores da unidade e ao Exército. Não esquecendo de mencionar, ainda, a presteza com que os processos dessa natureza foram tratados pelos magistrados e servidores das unidades judiciárias do Estado”, comentou o juiz Antônio Rafael Casado.

Durante a pandemia, o Exército Brasileiro também colaborou com o Judiciário na desinfecção das dependências dos prédios do Tribunal de Justiça, Corregedoria e Fórum da Capital, com o objetivo de prevenir o contágio pelo Novo Coronavírus – uma proteção aos servidores e funcionários que precisavam frequentar seus postos de trabalho.

Central de Armas
Uma das prioridades do corregedor Fernando Tourinho e dos juízes auxiliares que exercem a função no âmbito judicial da Corregedoria Geral da Justiça, Antônio Rafael Casado e João Paulo Martins, foi a organização da Central de Armas e isso foi realizado de maneira cuidadosa.

Conforme o servidor Rafael Lima, que trabalha na Central de Armas, o ambiente que era complicado de desenvolver as atividades foi transformado, com uma organização criteriosa e necessária.

“Foi um trabalho em conjunto, desde o extraordinário – com a participação de Gustavo, Cristiano e Jorge, equipe que deu total auxílio no início da organização, até o pessoal do Exército, que intensificou as atividades na unidade, dando a devida vazão aos procedimentos”, ressaltou Rafael, ao agradecer pela lotação de mais um servidor na Central.

 

Ascom CGJ/AL
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